quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Educar é tudo!
Sempre pensei que educar seja
um encontro entre duas pessoas, o educador e o educando.
Bem, na verdade começa assim, mas existe um emaranhado de situações que precisam ser desenvolvida entre os sujeitos, uma delas é a afetividade, sem afetividade não há aprendizado.Mas de forma atravessar esta ponte entre o ensinar e a afetividade?
Esta busca entre os sujeitos é incansável e deve ser de forma mais simples possível: a busca do amor de forma mais simples, o ajeitamento, aproximação, cooperação enfim... o contato em si. Dentre outras situações há o respeito pelo outro, o encontro, a paciência, a fé de que tudo vai dar certo.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Ótimo retorno!
É um momento único quando tentamos refletir sobre a educação inclusiva como algo que, venha fortalecer nossa maneira de ensinar e aprender.
Estou novamente estudando e aprofundando meus conhecimentos a respeito dessa mágica que é o ser humano.Pela UNICEAD (Montes Claros), tem uma turma animadíssima fazendo um curso de Professor de Apoio, é claro estou entre elas.O curso é ministrado na APAAE de Sete Lagoas. Os conteúdos são muito interessantes, e buscar o aperfeiçoamento é algo que não tem preço.
Em sala de aula, desde o ano passado tive alunos que fizeram a diferença na minha vida, em todos os sentidos, eles me causaram angústia, pelo fato de ás vezes não saber lidar com eles, me ensinaram uma maneira de mudar minhas atitudes com relaçao aos meus medos e inseguranças e principalmente me reeorganizar em novas adaptações em meu currículo. Este ano Deus colocou novamente dois alunos: um com problema de visão e o outro com problemas sérios de aprendizagem, foi o que me inpulsionou a comprar revistas com práticas inclusivas, com aulas práticas que pudessem me ajudar a lidar e dar aos meus alunos o que eles esperavam de mim, e juntos conduzimos nosso trabalho e eu pude reconhecer que a transoformação da minha prática pedagógica é que faria a maior diferença. Esta é a mensagem que venho passar para aqueles que estão firmes no propósito de vale apena ensinar, mas que, o mais importante é aprender, o aluno com necessidades especiais não é aquele que tem mais necessidade, mas o que tem MENOS OPORTUNIDADE. Beijos a todos.
sábado, 29 de janeiro de 2011
Acendendo a chama do conhecimento
Mais uma vez, venho fazer várias reflexões sobre o meu processo como educadora.Aproveitando uma oportunidade, estou fazendo um outro curso a favor doa educação inclusiva pela PUC-Educação inclusiva e a educação especial numa perspectiva inclusivista, que me proporciona saberes que vem alimantendo minha prática docente com mais compromisso e pesquisas.É muito graficante e acompanhamem meu blog que saberá muito mais sobre,acrescida é claro de suportes pedagógicos pelas minhas professoras e tutoras daquela Universidade.Já finalizamos uma etapa e os assuntos e conteúdos são de grande importancia para concretizar uma educação de qualidade. Abraços a Todos.Logo retornarei com muitas novidades.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Conclusão: e nós, o que estamos fazendo?
A sociedade, em todas as culturas, atravessou diversas fases no que se refere às práticas sociais. Ela começou praticando Exclusão social de pessoas que - por causa das condições - atípicas não lhe pareciam pertencer à maioria da população. Em seguida, desenvolveu o atendimento segregado dentro de instituições, passou para a prática da integração social e recentemente adotou a filosofia da inclusão social para modifica os sistemas sociais gerais (SASSAKI, 1997).
Para encerrar, proponho mais uma reflexão: o que faço em beneficio de um sistema educacional menos excludente e mais eficiente? Estou facilitando ou “empregando” o processo de uma educação inclusiva?
Enquanto estivermos destacando mais a deficiência de que as capacidades dos indivíduos, não avançamos na educação. É natural que o professor se sinta inseguro, pois que fomos educados num sistema escolar que não incentivou a criticar, a experimentar, a pesquisar. Mas é preciso que haja transformação e ela deve partir de nós.
Para modificarmos a sociedade, transformando-a em um meio mais justo, precisamos começar a promover mudanças no nosso espaço, nas escolas, visto que o conhecimento já possuímos, agora é necessário praticar.
Para encerrar, proponho mais uma reflexão: o que faço em beneficio de um sistema educacional menos excludente e mais eficiente? Estou facilitando ou “empregando” o processo de uma educação inclusiva?
Enquanto estivermos destacando mais a deficiência de que as capacidades dos indivíduos, não avançamos na educação. É natural que o professor se sinta inseguro, pois que fomos educados num sistema escolar que não incentivou a criticar, a experimentar, a pesquisar. Mas é preciso que haja transformação e ela deve partir de nós.
Para modificarmos a sociedade, transformando-a em um meio mais justo, precisamos começar a promover mudanças no nosso espaço, nas escolas, visto que o conhecimento já possuímos, agora é necessário praticar.
sábado, 23 de janeiro de 2010
Diga de blog
Visite o blog http://jmzimmer.blog.uol.com.br/ com o tema Informática educativa apoiando Projetos Pedagógicos, nele você podera ver dicas sobre NOVOS ESPAÇOS PARA SALA DE AULA, CRIANDO AULAS NO MOODLE, EDUCAR É CONSTRUIR PONTES (nesses espaço ele valoriza o profissional do PNEs), entre outros temas trabalhando a pespectiva na Educação inclusiva.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
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